segunda-feira, 9 de julho de 2012

I love too MUCH sex a lot!

Sinto que nossas pulsões tornaram-se mais fortes ao ler a palavra SEXO. Realmente estas quatro letras formam um sentido pleno de satisfação e possível alcance do gozo. Quem experimentou, nunca mais quer saber de outra coisa (ou de outra vida!). Quanto maior a dosagem, melhor. O sexo é desses atos que só fazem bem ao corpo e que dar uma canseira danada, dessas canseiras gostosas que não custa nada repetir. Pode-se dizer que o sexo é uma forma do corpo de expor seus desejos recônditos e de liberar o que, inconscientemente, vive pedindo para permanecer preso/guardado. Na adolescência, quando os hormônios começam a ferver, a curiosidade mostra-se aguçada e o desejo de se conhecer e conhecer o outro começa pela parte corpórea que diz respeito ao sexo. Em outras palavras, pelas genitálias. São essas cócegas, esse desejo subindo, essa estranheza, que nos leva a querer saber o que há por trás de tudo isso se persistirmos. Após a primeira vez, o famoso pecado instala-se, e nem sempre amor de xana, gama; amor de pica, fica. Muitas vezes o que fica é só a xana e a pica e lá se vai o amor.

O sexo está em primeiro lugar entre as coisas mais desejadas pelo homem. Vivemos em uma imensa vontade de saber, tal como nos diz Foucault. O ser humano sente a necessidade de conhecer, aprofundar, ler, falar, fazer, assistir ou quaisquer outras coisas concernentes ao sexo. É isso que parece alimentar-nos. Foucault nos diz, em História da Sexualidade 1, que na sociedade ocidental há uma ciência do sexo no qual este é visto como objeto de verdade. Além dele, temos Freud cujas explicações originam-se nesse âmbito da sexualidade. Então, o que quero dizer com isso tudo? Quero dizer que não adianta corrermos. Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come! Tanto faz correr ou ficar, nessa relação sexual, um quer comer e outro quer ser comido (assim como se diz vulgarmente). A abundância de materiais propagadores dessa qualidade erótica-sexual que nos circunda é enorme! Vemos bundas, músicas, ritmos, coreografias, peitos, pênis, ambiguidades em todos os lugares e meios virtuais ou não. Apelações é o que há! Então, gente, nem venha me dizer que você não gosta de sexo e de muito sexo porque eu assumo que eu amo tudo isso e amo em letras garrafais. I'm hot! I'm sexual! I love too much sex a lot, and you?


Lu Rosário


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6 comentários:

Dolce Vita disse...

Sexo é uma das mais fortes ligações com a vida. Quando associado a afeto, acho que não há nada mais profundo em termos físicos e emocionais: é o encontro, a linguagem da pele, a dança dos corpos, o que aquece a alma e embriaga o espírito.

Dolce Vita disse...

Sempre muito bom ler-te.

Beijos querida

Jaqueline Cristina disse...

Lu...Muito bom falar de sexo, melhor ainda fazer.
Bjoks

Carlos disse...

quem fala que não gosta de sexo é obviamente mentiroso.

Paolla Milnyczul disse...

Entre Foucault, Freud e desejos adolescentes, cá estamos nós. Gostamos sim, do tal do sexo. Mas por favor, que seja de qualidade!... Sexo adolescente, vamos ser sinceros, nem sempre tem qualidade, tem a quantidade que os hormônios pedem. Pressa e satisfação gratuitas e imediatas.
A gente cresce a coisa melhora. Descobrimos nossos pontos erógenos, onde e como queremos ser tocados. Sexo vira uma ligação. Sem tanta pressa, como s fosse um telefonema interminável. Com dedos que deslizam, massagens gostosas, beijos borbulhantes, satisfação plena e absoluta, e segredos de travesseiro.
Muito bom o texto, tocou até a minha veia poética e prosaica sobre o assunto, justo eu, que tenho pudor, e apesar de amar sexo, não consigo escrever sobre.

beijos,

Paolla

Lázara papandrea disse...

sexo é vida! beijos