terça-feira, 29 de julho de 2014

Eu beijo homem, beijo mulher, tenho direito de beijar quem eu quiser...♪♫


Como vêem, o título dessa postagem soa canção e poesia. Nos últimos dias, foram essas as palavras que ouvi correntemente e, sinceramente, nada me foi tão inspirador. Sentir a beleza de quem quer se dar sem receios do que os outros irão pensar é o que há de mais energizante. Pensar na liberdade sexual e se decidir pelo que prefere ou, até mesmo, ceder a todas as vontades é uma forma de mostrar o quanto se tem poder sobre si e, consequentemente, sobre o próprio corpo. Não é a sociedade quem vai dizer quem você vai beijar ou como vai fazê-lo. Essa vontade vem de você. Se for mulher e desejar outra, faça isso com todo afinco, devore-a e mostre que a língua pode ocupar outros lugares - se assim convier. Já nos basta saber que existem tantas convenções sociais e que, por isso, somos tantas vezes limitados. Já nos basta ter que enfrentar as limitações muitas vezes impostas no meio familiar, advindas de uma cultura tradicionalista e regida por preconceitos. Diante de tantas imposições, temos que ter controle sobre nós e quem nos representa é o nosso corpo. Ele quem nos permite ser apontados como homens e mulheres cuja personalidade e princípios vão além do que se é pregado. Com isso, por que não incluir a sexualidade? Ela é o reflexo mais gostoso do que somos. Se depender de mim, somos todos assim - em estado facultativo de amor livre, "rebeldes" por dentro e por fora e beijamos, é claro, quem nós quisermos.

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