domingo, 5 de agosto de 2012

Tocar-se, sentir-se e masturbar-se!

Foto: Weheartit
Quanto tempo, hein? Há cinco dias que não publico uma poesia, uma prosa, uma palavra que conforte nem uma punheta. Ops! Nem um texto sexy. Mas esse é o dia, enfim! A publicação de hoje é sobre os famosos atos solitários, aqueles que as moças carentes andam fazendo por aí para satisfazer os próprios desejos e se auto conhecer. Pois é, a danada da masturbação - que nem todas assumem fazer, mas não aguentam sentir vontade para começar a mexer os dedos e dar seu jeito - é a melhor maneira da mulher conhecer seu próprio corpo, bem como as zonas erógenas que ele possui. Muito é dito sobre a maneira de se masturbar, inclusive existem técnicas fornecidas pela sexologia para favorecer o ato. Tais técnicas dizem que a mulher não pode ter pressa e, portanto, deve começar a se tocar em outras partes do corpo antes de chegar à vagina; há algumas posições que facilitam e tornam o ato mais divertido; que é bom usar um lubrificante para evitar o atrito entre a pele e a mão, visto que o clitóris é uma área sensível; e que é importante buscar o ponto G, considerado inexistente para alguns especialistas.  Além dessas técnicas, muitas outras existem para ajudar as mulheres a sentir aquele fervor mesmo estando desacompanhadas. Entre elas estão as estimulações clitorianas por meio dos dedos, com água ou vibradores. Com os dedos, existe as massagens e os danados tapinhas na região clitoriana e entre os lábios vaginais; com a água tem-se o famoso jatinho do bidê e o chuveirinho, que atuam diretamente no clítoris e proporciona sensações de prazer; e os vibradores, nem preciso dizer, né? Tem uma publicação inteira só para ele. A questão é que todo mundo quer falar sobre a maneira mais adequada para se masturbar como se existissem regras únicas. Se você procurar no Google, encontrará milhares de blogs e sites sobre como alcançar o orgasmo rápido, como gozar fácil ou como masturbar-se de forma mais prazerosa. Só que eu lhe pergunto: Todas as mulheres são iguais? E a resposta, logicamente, é não. Nem todas são iguais, nem todas se sentem à vontade da mesma forma, tem as mesmas fantasias e fetiches. Nem todas tem os mesmos recursos, o mesmo alcance do gozo. E então, devemos seguir tais regras e dicas à risca? Minha resposta também seria não, pois cada uma deve conhecer seu corpo da forma que lhe convém. A minha única regra é não tenha pudor! Arrisque-se a se conhecer, lance suas mãos ao desconhecido, olhe-se no espelho, sinta-se deliciosa e se envaideça por ser quem é. O resto o seu parceiro (ou parceira) saberá bem quando resolverem se enroscar em um sexo bom. Afinal de contas, quem se conhece o suficiente sabe das suas zonas erógenas e possibilita um sexo mais saliente e gostoso.

Lu Rosário


Esta publicação pertence à categoria Sexo. Todos os textos publicados sobre essa temática, encontram-se aqui. Sinta-se à vontade para conhecer os outros textos concernentes à esta categoria.

 

4 comentários:

Paolla Milnyczul disse...

*Red*

#D

Anônimo disse...

Muito legal o texto. Acho que é importante mesmo quando se tem um parceiro constante.

bjos lu, i.

Por que você faz poema? disse...

"Vamos nos permitir",
sempre.

Jaqueline Cristina disse...

Delícia se dar prazer quando não há quem o faça fora de nós, eu particularmente, curto o meu 'consolo', mas antes é muito bom tocar os seios.
Bjoks

Copyright © 2014 | Design e C�digo: Sanyt Design | Tema: Viagem - Blogger | Uso pessoal • voltar ao topo