terça-feira, 12 de março de 2013

Distante...


Não sorria,
desfazia os traços que os lábios tinham

Olhava intrigada
essas questões do destino

Não entendia,
se perguntava,
arredondava seus saberes

Havia circularidade em suas escolhas
porque não faltavam desilusões

8 comentários:

Rafaela Figueiredo disse...

Um retrato digno de personagem lispectoriana.
Adoro!

Bjs

Beto Ribeiro disse...

Olá Lu, querida!!!

Tantas e tantas horas de aprendizado com elas (as ilusões), que já nem sinto mais a chegada do que seja real...
Ah...
O seu texto é real, é lindo, e pulsa nas artérias do papel... E faz vibrar as pautas que delimitam a margens, de onde as letras se espremem para não perderem a oportunidade de saírem de ti...

Lindo mais esse!!!!

Beijo grande menina!!

Beto Ribeiro

Anderson Oliveira disse...

Gracioso como sempre,Lu! Beijão!

Ricky Oz disse...

Oi Lu!
Não entendi muito bem a mensagem, mas gostei do formato e do jogo de palavras.

Beijos!!

Janaina Cruz disse...

As desilusões nos encorajando a desistir, mas lá em algum lugar de nós, há um sorriso brilhante querendo sair...

Ah, Luzinha, tomara que eu consiga reverter a produção daquele livro... rsrs

Muitos abraços pra ti, muitosssssss

Elaine Rocha disse...

Seus textos sempre me inpressionam, são lindos!

Parabéns e beijos,
Elaine

Lázara papandrea disse...

tecida em complexidade: um belo retrato feminino. beijos

José Elias disse...


Gostei deste poema.
É só isso.

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